DIRLEI “MÃO DE PEDRA” BROENSTRUP conquista cinturão inédito do Jungle Fight

DIRLEI CAMPEAO JUNGLE FIGHT

O Jungle Fight 74, que adentrou a madrugada deste domingo em São Paulo, coroou dois novos campeões da organização com performances distintas. Numa atuação um tanto quanto burocrática, Dirlei Mão de Pedra derrotou o argentino Martin La Máquina por decisão unânime dos jurados para conquistar o cinturão dos meio-pesados (até 93kg). Júnior Alpha, ao contrário, foi bem agressivo e faturou o cinturão dos médios (até 84kg) ao bater Douglas Bertazini por nocaute técnico com 1m06s de combate. Os dois títulos estavam vagos.

O evento, realizado no Ginásio Mauro Pinheiro, no Ibirapuera, contou com boa presença de publico e alguns bons duelos. A melhor e mais emocionante luta foi a que abriu o card, onde o peso-mosca Zé Reborn venceu Danilo Adrian por nocaute técnico aos 42s do terceiro round. Outras boas performances individuais foram as do peso-pena Bruno Beirute, que finalizou Rodrigo Romano com um mata-leão aos 2m11s do primeiro assalto; do peso-leve Jonathan Bombeiro, que finalizou José Armoa da mesma forma aos 2m55s de combate; do meio-médio Bruno Lopes, que finalizou William Curaçá com um katagatame aos 3m06s do primeiro round; e do peso-médio Quemuel Otoni, que derrotou Carlos Guarda por nocaute técnico (interrupção médica) aos 2m57s do terceiro e último assalto.

 

Mão de Pedra vence La Máquina e leva cinturão para o RS

Lá Máquina buscou acertar um golpe no começo da luta principal, e os dois acabaram se agarrando na grade. Dirlei aplicou algumas joelhadas, e eles foram para o chão. Dirlei se levantou e soltou vários socos no adversário. Com ambos em pé, o argentino foi nas pernas, mas não botou para baixo. Dirlei acertou bons chutes na perna, e o árbitro Alessandro Souza os mandou de volta ao centro. Eles se embolaram novamente, e Lá Máquina tentou, sem sucesso, catar a perna para finalizar na chave.

Dirlei botou para baixo e jogou mais chutes e socos no rival de costas no chão no começo do segundo round. O argentino passou a já demonstrar cansaço na luta. Mão de Pedra ficou por cima soltando golpes em duas oportunidades, e o árbitro os mandou de volta ao centro julgando falta de efetividade.

Os dois ameaçaram mais agressividade no início do assalto final, mas não demoraram a se embolar no chão de novo. Após Alessandro Souza separá-los, Lá Máquina jogou vários socos, nenhum acertando o rival de fato. O público passou a reclamar do combate, insatisfeito com a falta de emoção. Afinal, ou Dirlei botava para baixo, ou La Máquina puxava para a guarda. No fim, triplo 30 a 27 na decisão para o gaúcho campeão.

 

 

 

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